em defesa da maternidade

pelo direito a um serviço de saúde público

6.21.2006

Alegorias

O Observatório Português de Sistemas de Saúde constituido em parceria entre o Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra, a Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, a Escola Nacional de Saúde Pública e o Instituto Superior de Serviço Social do Porto, no Relatório da Primavera 2006 referem o seguinte:

"Parece-nos, no entanto, que ainda há que fazer mais um alerta. Assumindo como correcto o pressuposto da falta de condições humanas e materiais para se garantir a segurança ao nascer — e nós não duvidamos disso — afigurasse-nos aconselhável que o Ministério da Saúde se precaveja e impeça qualquer tentativa de aproveitamento desta situação para a criação e manutenção de unidades privadas de partos que, a não terem as condições agora exigidas para os serviços públicos nunca poderão funcionar. Cabe ao Ministério da Saúde, em coerência aliás com a orientação até agora adoptada, iniciar uma análise das condições em que, na actividade privada, estão a realizar-se os partos em Portugal. Este é mais um caso em que o serviço público de prestação de cuidados de saúde pode ser encarado como referência e regulador do desempenho do Sistema de Saúde, no seu todo."

Sendo assim o Estado será regulador e nós para além de contribuintes do Estado seremos pagadores da José de Mello Saúde.

posted by comissao de utentes at 3:23 AM

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